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Idade canina versus idade humana


Muitos querem saber qual a idade do seu cãozinho em comparação a idade biológica nossa. Uma teoria diz que em cada 1 ano de vida do ser humano, conta-se 7 para a vida canina. Porém devemos saber que a expectativa de vida de uma raça diverge em relação as outras, sobretudo que as raças maiores vivem menos que as menores, mas não é tanta diferença assim. Portanto, antes de se basear em tabelas de idade canina, pesquise primeiro tudo sobre a raça do seu interesse.
Pois bem, aqui apresento uma tabela com as respectivas idades.


3 meses ................................................... 05 anos
06 meses................................................. 10 anos
01 ano..................................................... 15 anos
02 anos................................................... 24 anos
03 anos................................................... 28 anos
05 anos................................................... 36 anos
06 anos................................................... 40 anos
07 anos................................................... 44 anos
08 anos................................................... 48 anos
09 anos................................................... 52 anos
10 anos................................................... 56 anos
11 anos................................................... 60 anos
12 anos................................................... 64 anos
13 anos................................................... 68 anos
14 anos................................................... 72 anos
15 anos................................................... 76 anos
16 anos................................................... 80 anos
17 anos................................................... 84 anos
18 anos................................................... 88 anos
19 anos................................................... 92 anos
20 anos................................................... 100anos

Convulsão Canina

Ontem minha cadelinha Tuiga, da foto do blog, teve duas convulsões bem horríveis, estavamos deitadas juntas em minha cama, como normalmente dormimos, ela no meu pé, quando de repente começa a se tremer todinha e sem conseguir respirar, sua língua chegou a ficar roxa. Foi terrível! imediatamente peguei-a no colo para a acalmar e supliquei a Deus para que a ajudasse. Logo que a 1º convulsão passou, num intervalo de 10 mn. teve outra que foi identica... Corri de imediato para a clínica veterinária onde o médico veterinário explicou o que era uma convulsão e a medicou, ficando internada a noite toda. Agora está em casa graças a Deus, e estou a vigiando para ver se há alguma alteração nela. A Tuiga é tudo para nossa família...
Aqui segue uma explicação sobre a convulsão canina e como tratar.
Que os anjos os protejam.

O que é?

Define-se convulsão como uma atividade anormal do cérebro, desencadeada por um grupo de neurônios com descargas elétricas alteradas, denominado foco.

Em geral, estão presentes sintomas como perda ou alteração de consciência e movimentos ou alterações musculares envolvendo todo o corpo ou somente parte dele.

As convulsões são classificadas de acordo com sua apresentação. As convulsões leves, podem apresentar um quadro em que o animal apenas parece ter ‘perdido a concentração’ e podem evoluir para aparentes desmaios, distúrbios de comportamento com alucinações repetidas (caçar moscas, lamber o chão, correr atrás do rabo) até aquelas de grande atividade muscular, quando o animal cai no chão e se debate violentamente. Este último tipo é chamado de convulsão generalizada e é a mais comum em cães e gatos, talvez até por sua fácil identificação. O número de cães afetados é, estatisticamente superior ao de gatos.

Chamamos de Epilepsia o quadro clínico caracterizado pela repetição freqüente dos episódios de convulsão.

Causas

Qualquer distúrbio que acometa o cérebro pode causar convulsão, tendo como causas mais comuns anomalias de nascença (congênitas) como a hidrocefalia; ou ser causadas por fatores adquiridos, como traumatismos cranianos (como quedas ou atropelamentos), intoxicações, presença de tumor no cérebro. Quando não há uma causa evidente, a convulsão é chamada de idiopática.

A avaliação da causa das convulsões baseia-se principalmente na idade do animal, no histórico e nos relatos do proprietário.

Informações como possíveis traumas cranianos a poucas horas ou a meses atrás, presença de substâncias tóxicas no local ou proximidades, uso de inseticidas como mata-baratas, idade do animal na ocasião da primeira crise convulsiva, intervalos entre eles e a presença de convulsões em outros membros da família do animal, são informações vitais para estabelecimento de um quadro preciso por parte do veterinário. Além disso, as convulsão idiopática genética, é transmitida de forma hereditária devendo-se dessa forma evitar o acasalamento de animais que apresentem este quadro.

É extremamente indicada a castração dos animais epilépticos idiopáticos, especialmente as fêmeas que, na época do cio, devido às alterações hormonais, apresentam maiores chances de convulsionar.

Raças como Beagle, Teckel, Pastor Alemão e Pastor Belga são as que apresentam a maior predisposição para desenvolver o problema.

Tratamento

O tratamento com medicações anti-convulsionantes só é indicado para animais que apresentam convulsões freqüentes, ou seja, pelo menos uma vez por mês, uma vez que esse tipo de medicamento é metabolizado, em grande parte, pelo fígado e como os tratamentos são bastante longos (às vezes por toda a vida do animal), podem vir a causar lesões hepáticas’.

O tratamento envolve grande dedicação do proprietário, que precisa ter em mente que o sucesso do tratamento se baseia na redução da freqüência, gravidade e duração das convulsões que raramente são abolidas definitivamente.

A medicação precisa ser administrada regularmente sem interrupção.

Como cada animal reage de forma individualizada aos medicamentos anti-convulsionantes, é comum que seja necessário um período ‘de experiência’, para que o veterinário chegue à dosagem exata para aquele indivíduo em particular. Durante este período, podem acontecer estados de excitação ou prostração, que necessitam de observação.

Primeiros Socorros

  • Durante uma convulsão, é necessário que o proprietário tente proteger o cão para que ele não se machuque, batendo em objetos ou caindo de lugares altos, como escadas, por exemplo.

  • Procure acomodá-lo tão confortável quanto possível e deixe o ambiente tranqüilo e com pouca luz.

  • Certifique-se de que a língua não está obstruindo a passagem de ar do ar pela laringe, mas tenha cuidado para que ele não morda-o por acidente.

  • É importante lembrar que durante a crise o cão perde, temporariamente, a consciência o que pode levar ao não-reconhecimento do dono e de pessoas familiares.

  • Quando o cão estiver ‘voltando’ ao seu estado normal, é recomendável que o proprietário fale com ele, para que o cão, ao reconhecê-lo, tranqüilize-se mais rapidamente.

fonte: http://www.dogtimes.com.br/epilepsia.htm

Segredos do Pedigree (Pedigree dogs)

No documentário feito pela BBC, mostra a história real e assustadora sobre o pedigree.
Quero iniciar dizendo que o cão originalmente era como o ancestral do lobo e para o homem ele servia diversas funções, como caçar, proteger o território, avisar sobre uma presa e com o passar do tempo, infelizmente, tudo mudou.


A busca da perfeição esta no homem desde a sua origem. Pensamos que se pode tudo, e de tudo pode fazer o que bem lhe caber. Essa busca incessante desencadeou mentes ameaçadoras para nossa própria espécie, e demais como, por exemplo, o cão.
No decorrer do século 19, a classe nobre, digo, as pomposas que não tinham mais nada para fazer, se reuniam num parque juntamente com seu cãozinho, que representavam um símbolo de estatus, o que desencadeou uma frenética vaidade. Pois bem, assim o tempo foi se passando e criaram-se organizações que podiam reunir os pomposos, ou seja, a nobreza, ou madames e senhores. E como objeto de beleza, foi-se cruzando raças para ficarem mais esbeltas, mais dóceis, mais companheiras, pois até ai tudo bem, até concordo porque como homens e donos de uma inteligência que somos, temos a capacidade de transformar algo de possível melhoramento, e transformamos, dando-lhes capacidades melhores e mais eficientes, mas de contrapartida não somos Deuses para ir-mos contra a natureza pura e sacrificar as raças de cães, só porque não era de acordo com o padrão de beleza, como acontece com muitos filhotinhos, e muito menos devem-se criar cães literalmente mutantes que ao passar de gerações foram ficando deformados e com doenças especificas em cada raça.


Como o próprio documentário relata, são 5.000 doenças genéticas em cães conhecidas. o British spaniel são afetados por deficiências de enzimas encontradas somente nessa raça. Golden Retrivers sofrem alta incidência de câncer. West Highland White Terrier é infestado de alergias. O Boxer sofre de varias doenças incluindo cardíacas, câncer, especialmente tumores cerebrais, e também epilepsia que são 20 vezes mais do que em humanos. O Cavalier King Charles Spaniel sofre de doença da válvula mitral e Syringomyelia que afeta o cérebro causando os sintomas que variam do desconforto suave à dor severa e a paralisia parcial, essa doença genética consiste no crescimento do cérebro a um tamanho maior do que a caixa craniana, o Bulldog tem problemas na respiração, por ter cavidade nasal e traquéia mais estreitas muito para dentro assim como o Pug que tem inúmeras deficiências, como a cauda enrolada que danifica a espinha, e tudo isso em nome da beleza, ou como preferem chamar “aprimorar a raça”.
Esses moldes feitos por humanos que ameaçam a sobrevivência de milhares de cães devem tomar consciência pública!
Seguem os links dos vídeos para assistir:

PARTE 1
PARTE 2
PARTE 3
PARTE 4
PARTE 5
PARTE 6
olhe esta parte do Bulldog Ingles...

ASSISTA AO DOCUMENTÁRIO E TOME CONCIÊNCIA. SÓ COM CONHECIMENTO QUE JUNTOS PODEMOS MUDAR O DESTINO DE MUITOS ANIMAIS.
Ângela Silva

O Convívio de um cão e uma criança alérgica pode ser saudável


A médica alergologista Maria de Fátima Fernandes dá dicas de como o convívio de um cão e uma pessoa alérgica pode ser saudável.

Ao contrário do que se imagina, a presença do cão na vida de uma criança alérgica pode ser positiva e não precisa ser evitada. "O que se recomendava era o afastamento de uma pessoa com alergia do convívio com um cachorro. Hoje, estudos mostram que isso não é mais necessário, pelo contrário, pode estimular o organismo a se defender de outras alergias", disse a médica Maria de Fátia Fernandes, diretora da Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia (Asbai).

Teoria da Higiene

Maria de Fátima disse ao G1 que os cães podem ajudar a reduzir os casos de alergia. "Os trabalhos mais recentes mostram que, se a criança (alérgia ou com potencial de ser alérgica) tive contato com animal doméstico, terá chance de desenvolver menos alergia. Isso se explica pelas bactérias que os cães deixam no ambiente, que não provocam doenças aos humanos, mas estimulam positivamente o sistema imunológico."

Cuidados e efeito psicológico

Se a criança for alérgica ao ácaro, por exemplo, o cuidado será apenas o de se evitar que o pelo do animal armazene os ácaros. "Existe um balanço entre a parte do sistema imunológico que produz alergia e a que produz imunidade. A alergia é uma reação exagerada do organismo", afirmou Maria de Fátima.

As crianças com predisposição a ter alguma alergia, podem diminuir a incidência de doenças alérgicas em contato com animais de estimação, como o cão, ainda quando bebês. "São estudos ainda em andamento, mas que levam para essa conclusão", disse a médica alergologista.

A presença do cachorro na vida de uma criança pode desenvolver uma estabilidade emocional. "Isso é positivo, pois o fator psicológico é um agravante do quadro de alergia. Se a criança estiver desequilibrada psicologicamente poderá ter mais crises alérgicas", afirmou Maria de Fátima.

Fonte: g1.globo.com