SÍNDROME BRAQUICEFÁLICA


Como estou de férias fui passar o Natal com minha família na casa de praia. Levei meus cães e eles ficaram muito animados, Acontece que o calor estava infernal e minha cadelinha Tuiga, uma Bulldog Inglesa passou mal de tanto calor e também pela mudança repentina de lugar, porque moro em um apartamento e na praia é casa. Ela via muitos cães a passarem na rua e não se continha a correr para os tentar apanhar através das grades dos portões, o que a frustava. Passados umas 4 horas de permanência na casa e com tantos estresses ela passou mal. Sua respiração ficara ofegante e ruidosa.
Levei-a o Hospital Veterinário que estava de plantão em pleno Natal, que glória, foi o que a salvou. O médico a diagnosticou com  "Síndrome da via aérea do cão braquicefálico". Foi medicada e trouxe-a para casa, longe de barulhos e do calor, que confesso ser paticamente impossível, mas com um ventilador ameniza. 

Cães com esse tipo de focinho de raças braquicefálicas, como Shih tzu, Lhasa Apso, Maltês, Boxer, Bulldog inglês e francês, Cavalier King Charles Spaniel, Pequinês, Pug e Boston terrier e, em alguns gatos de face curta como o Persa e Himalaio tem que ter um maior cuidado neste verão.
Aconselho a todos que  a qualquer sinal de alteração na respiração procure o Médico Veterinário . 

Maiores informações a respeito:

Excelente artigo sobre cuidados para os Bulldogs neste verão:
http://bullblogingles.com/2011/01/06/bulldog-no-verao-muita-atencao/

Maiores informações sobre a sindrome: http://www.pedigree.com.br/downloads/waltham/premio/1lugar.pdf

Direito Internacional dos Animais

Somos constantementes sendo alvos de flexas venenosas que destroçam nossos corações, essas flexas são as notícias de maus tratos aos animais, feito por pessoas sem escrúpulo e coração. 
Que tal lermos os direitos dos animais? Assim iremos refrescar que eles devem ser amados e respeitados por todos.


Declaração Universal dos Direitos dos Animais

Art.1o - Todos os animais nascem iguais diante da vida e têm o mesmo direito à existência.

Art.2o - Cada animal tem direito ao respeito. O homem, enquanto espécie animal, não pode atribuir-se o direito de exterminar outros animais ou explorá-los, violando este direito. Ele tem o dever de colocar sua consciência a serviço de outros animais. Cada animal tem o direito à consideração e à proteção do homem.

Art.3o - Nenhum animal será submetido a maus-tratos e atos cruéis. Se a morte de um animal é necessária, deve ser instantânea, sem dor nem angústia.

Art.4o - Cada animal que pertence a uma espécie selvagem tem o direito de viver em seu ambiente natural terrestre, aéreo ou aquático, e tem o direito de reproduzir-se. A privação da liberdade, ainda que para fins educativos, é contrária a esse direito.

Art.5o - Cada animal pertencente a uma espécie que vive habitualmente no ambiente do homem, tem o direito de viver e crescer segundo o ritmo e as condições de vida e de liberdade que são próprias de sua espécie. Toda modificação imposta pelo homem para fins mercantis é contrária a esse direito.

Art.6o - Cada animal que o homem escolher para companheiro, tem direito a um período de vida conforme sua longevidade natural. O abandono de um animal é um ato cruel e degradante.

Art.7o - Cada animal que trabalha tem direito a uma razoável limitação do tempo e intensidade de trabalho, a uma alimentação adequada e ao repouso.

Art.8o - A experimentação animal que implique sofrimento físico é incompatível com os direitos dos animais, quer seja uma experiência médica, científica, comercial ou qualquer outra. As técnicas substitutivas devem ser utilizadas e desenvolvidas.

Art.9o - No caso de o animal ser criado para servir de alimentação, deve ser nutrido, alojado, transportado e morto, sem que para ele resulte em ansiedade e dor.

Art.10o - Nenhum animal deve ser usado para divertimento do homem. A exibição dos animais e os espetáculos que utilizem animais são incompatíveis com a dignidade do animal.

Art.11o - O ato que leva à morte de um animal sem necessidade é um biocídio, ou seja, um delito contra a vida.

Art.12o - Cada ato que leva à morte um grande número de animais selvagens é um genocídio, ou seja, delito contra a espécie.

Art.13o - O animal morto deve ser tratado com respeito. As cenas de violência em que os animais são vítimas devem ser proibidas no cinema e na televisão, a menos que tenham como foco mostrar um atentado aos direitos dos animais.

Art.14o - As associações de proteção e de salvaguarda dos animais devem ter uma representação junto ao governo. Os direitos dos animais devem ser defendidos por leis, como os direitos humanos.
(Resolução aprovada pela ONU)

O Brasil e os países-membros da ONU são signatários da declaração abaixo, proclamada em uma assembléia da UNESCO em Bruxelas, Bélgica, em 27/01/1978

Extinção do Lobo Cinza


Os lobos são a raça mãe de nossos adoráveis cães de estimação, como todos nós sabemos.

Uma prova esta no sequenciamento de DNA e estudos genéticos reafirma que o lobo cinzento tem uma ancestralidade comum com o cão doméstico (Canis lupus familiaris).

Mesmo que não fossem sequer parentes, por questões de humanidade nós devemos nos preocupar com o que pretendem fazer com a espécie ameaçada de extinção - O Lobo Cinzento das Montanhas de Northern Rocky, EUA. O Lobo Cinzento foi listado como espécie ameaçada - Endangered Species Act (ESA) em 1973.

Os políticos e extremistas estão atiçando as chamas do ódio contra os lobos, alguns caçadores, mesmo chamando lobo “patriota da vida selvagem” agora, esses lobos-odiadores estão rumando a sua discriminação para o Congresso: parlamentares estão certos de propor legislação que impede os lobos de serem protegidos sob a Lei de Espécies Ameaçadas.

Esta é a primeira vez que os legisladores estão propondo para negar proteções as Espécies Ameaçadas de uma espécie de especial nomeado. Se essa legislação for promulgada, não só ameaçam lobos nas Montanhas Rochosas do Norte, mas também o próprio fundamento da Lei de Espécies Ameaçadas.

Estes legisladores-alimentados pelos lobos inimigos - grupo que sugeriu o uso de cães do abrigo e ovelhas como isca para atrair os lobos para a morte - estão ameaçando a viabilidade dos nossos lobos.

Diga ao Congresso para dizer não ao ódio anti-lobo.

A ciência e não a política orienta a gestão de lobos da América.

Eu assinei a petição "Tome uma posição contra Anti-Wolf Legislação". Eu estou pedindo para você assinar esta petição para ajudar a alcançar a meta de 80.000 assinaturas. Estou profundamente preocupado com esta causa, e eu espero que você possa esse esforço do mundo inteiro por uma boa causa.


A fonte é da Care2 Petition site.

Apesar deste aparente sentimento anti-lobo generalizado, a maioria dos americanos apoia os esforços de conservação do lobo e os esforços para salvar espécies ameaçadas de extinção em geral. E, a maioria dos biólogos e outros funcionários concordam que uma autossustentável população de lobos contribui para a biodiversidade e ecossistema saúde de seus estados e regiões nativas. "Os bosques ao norte de Minnesota, Wisconsin, e Michigan são ecossistemas saudáveis ​​por causa da presença de lobos", disse Steve Williams, diretor do EUA peixe e vida selvagem, em 2004.


Principe Rupert e BOYE - O cachorro que nunca perdeu uma batalha


Principe Rupert e BOYE - O cachorro que nunca perdeu uma batalha

Principe Rupert do Reno (1619-1682), sobrinho do malogrado Charles I da Inglaterra, foi feito prisioneiro na Batalha de Lemgo em 1638 e confinado em Lintz até 1641. Durante este período, o Senhor Arundell, Inglês embaixador em Viena, deu-lhe  um Poodle branco. 

Warburton, viajante Irlandês e novelista, diz secamente em  seu trabalho mais substancial “ A Memoir of Prince Rupert and the Cavaliers “ (1849): "É curioso observar este homem ousado irrequieto divertindo-se por ensinar um cão que a disciplina que ele próprio nunca poderia aprender."


O Príncipe Rupert possuiu uma carreira muito variada. Era um soldado em uma idade mais nova, lutando contra a Espanha nos Países Baixos e o Sacro Império Romano-Germânico na Alemanha. Com a idade de 23 anos, ele foi apontado como comandante da cavalaria real durante a Guerra Civil Inglesa.
 O rei Carlos indicou Rupert, guerreiro nato e experiente cavaleiro, para comandar a cavalaria real em 1642. O ousado e audacioso soldado chegou a vencer inúmeras batalhas contra os inimigos do seu reino.


Alguns atribuíram seu sucesso a táticas brilhantes, mas outros viam nele algo mais sinistro. De acordo com a história, o companheiro constante de Rupert era um cão Poodle branco chamado Boye, que o acompanhou por toda parte, foi dito ser espírito familiar do príncipe. Rupert foi certamente o mais enérgico dos comandantes Royalist. 










Os inimigos do príncipe acreditavam que o cão era um demônio que o auxiliava com poderes mágicos. Desenhos na época mostram Rupert sempre na companhia do cão.  Curiosamente, as imagens feitas pelos inimigos retratam Boye não como um Poodle, mas como um híbrido macabro de lobo e dragão.

Talvez os adversários de Rupert tivessem alguma razão. O general e companheiro Boye avançaram de vitória em vitória até a inevitável batalha de Marston Moor (2 de julho de 1644).  Lá o pobre cachorro foi morto por um Souldier Valiant. Rupert, pela primeira vez em sua carreira militar foi derrotado.


Abraços!
Ângela Silva

Fontes de pesquisa:
Referências de páginas web
British Civil Wars, Commonwealth and Protectorate 1938-60
Wikipedia
Informações bibliográficas
100 Cães que mudaram a civilização – de Sam Stall (Editora Prumo)

O Dono e seu cão paraplégico



Tutor tem cão paraplégico como seu melhor amigo

Loois ficou paraplégico após uma cirurgia, mas isso foi apenas um detalhe para seu tutor. As imagens são de 2007 e, infelizmente, Loois faleceu em março de 2011.  As imagens que ficaram para o mundo mostram a dedicação de um amigo que não mediu esforços para proporcionar a melhor vida para aquele que dependia totalmente de seus cuidados.

Antes de fechar seus olhos, Loois deu uma última lambida de agradecimento em seu melhor amigo.
Craig Mosher se despediu de Loois com esta emocionante declaração:
“Loois Mosher Armstrong faleceu em 18 de março de 2011 com a cabeça em minhas mãos. Lambeu-me pela última vez e eu disse adeus. A degeneração da coluna foi só piorando e a dor foi aumentando. Ele está na Ponte do Arco-Íris agora com seu irmão Bart. Eu fiz o melhor que pude em 6 anos e faria tudo novamente. Adeus meu amigo e que Deus abençoe este ANJO… Papai”
Fonte: ANDA 

É realmente uma história incrível e fascinante! O dono de Loois, Craig, merece aplausos vibrantes pelo seu amor e dedicação.
Abraços,
Ângela


Cadela cega Lily e seu e cão-guia Maddison


A cadela dinamarquesa Lily, que perdeu a visão ainda filhote, está à espera de um lar. Mas quem quiser adotá-la deverá também abrigar o seu cão-guia, Maddison. Os dois, da raça dogue alemão, foram abandonados em julho em um canil inglês que já recebeu centenas de ligações de pessoas interessadas na dupla.

Lily teve seus olhos removidos quando tinha 1 ano e 6 meses. Maddison, que tinha na época 7 anos, foi adestrado para ajudar a cadela a se locomover.

A administradora do canil, Louise Campbell, afirma que, na maior parte do tempo, Maddison guia Lily tocando nela. “É lindo de ver. Maddison é muito cuidadoso em relação e Lily e está sempre a olhar por ela”, contou ao “Daily Mail”.

Ainda de acordo com Louise, os funcionários do abrigo vão entrar em contato com todos que ofereceram um lar para os cães.
Fonte:Yahoo! Notícias

Saber que um cão depende do outro e assim confia a vida a ele é mais uma demonstração do afeto canino comportamental que faz do companheirismo uma fidelidade.
Que Lily e Maddison tenham a felicidade de encontrar um lar esplêndido cheio de luz!
Um abraço e festinha,
Ângela

Hachiko

Não poderia retomar a escrever sem citar sobre o emocionante filme que assisti "Sempre ao seu lado"(Hachiko: A Dog's Story), com Richard Gere, Joan Allen, Cary-Hiroyuki Tagawa, Sarah Roemer, Jason Alexander -Direção de Lasse Hallström.
O filme conta a história real de um Akita, chamado de Hachiko, ou “Hachi”, que cria uma amizade leal com seu dono, o professor Parker (Richard Gere). O amor que Hachi sente é demonstrado do início ao fim com uma escala emocionante de lealdade e devoção.
Hachiko nasceu em 10 de novembro de 1923 na cidade de Ōdate, no Japão, na Prefeitura de Akita. Nome dado em sua memória. Ele é lembrado sempre como o cão leal ao seu dono que perdurou até após a morte deste.

A lealdade dos cães da raça Akita já era conhecida pelo povo japonês há muito tempo. Em uma certa região do Japão, incontáveis são as histórias de cães desta raça que perderam suas vidas ao defenderem a vida de seu proprietários.
Onde quer que estejam e para aonde quer que vão, têm sempre "um dos olhos" voltados para aqueles que deles cuidam. Por causa desse zelo, o Akita se tornou Patrimônio Nacional
do povo japonês, tendo sido proibida sua exportação.
Se algum proprietário não tiver condições financeiras de manter seu Akita, o governo japonês assume sua guarda.
Devido a todas suas qualidades, uma das províncias japonesas recebe seu nome, Akita-Ken.”

“Em 21 de Abril de 1934, uma estátua de bronze de Hachikō, esculpida pelo renomado escultor Tern
Ando, foi erguida em frente ao portão de bilheteria da estação de Shibuya, com um poema gravado em um cartaz intitulado "Linhas para um cão leal"

Todo dia 8 de Abril é realizada uma cerimônia solene na estação de trem, em homenagem à história do cão leal.

Incrível vídeo de um Bombeiro regatando um Cão

Assista a este impressionante resgate feito por um bombeiro a um cão que estava em risco de perder sua vida. Faz-me pensar e agradecer que pessoas assim de tamanho coração ainda existam e são capazes de arriscar suas próprias vidas para salvar um animal que nem conhecem. Que sirva de exemplo a muitas pessoas.

Clique aqui para assistir ao video


Abraços!
Ângela

Idade canina versus idade humana


Muitos querem saber qual a idade do seu cãozinho em comparação a idade biológica nossa. Uma teoria diz que em cada 1 ano de vida do ser humano, conta-se 7 para a vida canina. Porém devemos saber que a expectativa de vida de uma raça diverge em relação as outras, sobretudo que as raças maiores vivem menos que as menores, mas não é tanta diferença assim. Portanto, antes de se basear em tabelas de idade canina, pesquise primeiro tudo sobre a raça do seu interesse.
Pois bem, aqui apresento uma tabela com as respectivas idades.


3 meses ................................................... 05 anos
06 meses................................................. 10 anos
01 ano..................................................... 15 anos
02 anos................................................... 24 anos
03 anos................................................... 28 anos
05 anos................................................... 36 anos
06 anos................................................... 40 anos
07 anos................................................... 44 anos
08 anos................................................... 48 anos
09 anos................................................... 52 anos
10 anos................................................... 56 anos
11 anos................................................... 60 anos
12 anos................................................... 64 anos
13 anos................................................... 68 anos
14 anos................................................... 72 anos
15 anos................................................... 76 anos
16 anos................................................... 80 anos
17 anos................................................... 84 anos
18 anos................................................... 88 anos
19 anos................................................... 92 anos
20 anos................................................... 100anos

Convulsão Canina

Ontem minha cadelinha Tuiga, da foto do blog, teve duas convulsões bem horríveis, estavamos deitadas juntas em minha cama, como normalmente dormimos, ela no meu pé, quando de repente começa a se tremer todinha e sem conseguir respirar, sua língua chegou a ficar roxa. Foi terrível! imediatamente peguei-a no colo para a acalmar e supliquei a Deus para que a ajudasse. Logo que a 1º convulsão passou, num intervalo de 10 mn. teve outra que foi identica... Corri de imediato para a clínica veterinária onde o médico veterinário explicou o que era uma convulsão e a medicou, ficando internada a noite toda. Agora está em casa graças a Deus, e estou a vigiando para ver se há alguma alteração nela. A Tuiga é tudo para nossa família...
Aqui segue uma explicação sobre a convulsão canina e como tratar.
Que os anjos os protejam.

O que é?

Define-se convulsão como uma atividade anormal do cérebro, desencadeada por um grupo de neurônios com descargas elétricas alteradas, denominado foco.

Em geral, estão presentes sintomas como perda ou alteração de consciência e movimentos ou alterações musculares envolvendo todo o corpo ou somente parte dele.

As convulsões são classificadas de acordo com sua apresentação. As convulsões leves, podem apresentar um quadro em que o animal apenas parece ter ‘perdido a concentração’ e podem evoluir para aparentes desmaios, distúrbios de comportamento com alucinações repetidas (caçar moscas, lamber o chão, correr atrás do rabo) até aquelas de grande atividade muscular, quando o animal cai no chão e se debate violentamente. Este último tipo é chamado de convulsão generalizada e é a mais comum em cães e gatos, talvez até por sua fácil identificação. O número de cães afetados é, estatisticamente superior ao de gatos.

Chamamos de Epilepsia o quadro clínico caracterizado pela repetição freqüente dos episódios de convulsão.

Causas

Qualquer distúrbio que acometa o cérebro pode causar convulsão, tendo como causas mais comuns anomalias de nascença (congênitas) como a hidrocefalia; ou ser causadas por fatores adquiridos, como traumatismos cranianos (como quedas ou atropelamentos), intoxicações, presença de tumor no cérebro. Quando não há uma causa evidente, a convulsão é chamada de idiopática.

A avaliação da causa das convulsões baseia-se principalmente na idade do animal, no histórico e nos relatos do proprietário.

Informações como possíveis traumas cranianos a poucas horas ou a meses atrás, presença de substâncias tóxicas no local ou proximidades, uso de inseticidas como mata-baratas, idade do animal na ocasião da primeira crise convulsiva, intervalos entre eles e a presença de convulsões em outros membros da família do animal, são informações vitais para estabelecimento de um quadro preciso por parte do veterinário. Além disso, as convulsão idiopática genética, é transmitida de forma hereditária devendo-se dessa forma evitar o acasalamento de animais que apresentem este quadro.

É extremamente indicada a castração dos animais epilépticos idiopáticos, especialmente as fêmeas que, na época do cio, devido às alterações hormonais, apresentam maiores chances de convulsionar.

Raças como Beagle, Teckel, Pastor Alemão e Pastor Belga são as que apresentam a maior predisposição para desenvolver o problema.

Tratamento

O tratamento com medicações anti-convulsionantes só é indicado para animais que apresentam convulsões freqüentes, ou seja, pelo menos uma vez por mês, uma vez que esse tipo de medicamento é metabolizado, em grande parte, pelo fígado e como os tratamentos são bastante longos (às vezes por toda a vida do animal), podem vir a causar lesões hepáticas’.

O tratamento envolve grande dedicação do proprietário, que precisa ter em mente que o sucesso do tratamento se baseia na redução da freqüência, gravidade e duração das convulsões que raramente são abolidas definitivamente.

A medicação precisa ser administrada regularmente sem interrupção.

Como cada animal reage de forma individualizada aos medicamentos anti-convulsionantes, é comum que seja necessário um período ‘de experiência’, para que o veterinário chegue à dosagem exata para aquele indivíduo em particular. Durante este período, podem acontecer estados de excitação ou prostração, que necessitam de observação.

Primeiros Socorros

  • Durante uma convulsão, é necessário que o proprietário tente proteger o cão para que ele não se machuque, batendo em objetos ou caindo de lugares altos, como escadas, por exemplo.

  • Procure acomodá-lo tão confortável quanto possível e deixe o ambiente tranqüilo e com pouca luz.

  • Certifique-se de que a língua não está obstruindo a passagem de ar do ar pela laringe, mas tenha cuidado para que ele não morda-o por acidente.

  • É importante lembrar que durante a crise o cão perde, temporariamente, a consciência o que pode levar ao não-reconhecimento do dono e de pessoas familiares.

  • Quando o cão estiver ‘voltando’ ao seu estado normal, é recomendável que o proprietário fale com ele, para que o cão, ao reconhecê-lo, tranqüilize-se mais rapidamente.

fonte: http://www.dogtimes.com.br/epilepsia.htm

Laika a primeira Terráquea a ir para o espaço - 1957

Laika
1º criatura a entrar em óbita foi um cão. Mais precisamente a Laika.Eis a história dela:


Laika (em russo Лайка, 1954 - 1957), uma raça de cães da Sibéria e norte da Rússia, literalmente: "que ladra") foi o primeiro ser vivo a orbitar a Terra e o fez a bordo da nave soviética Sputnik II, em 3 de novembro de 1957, um mês depois do lançamento do satélite Sputnik I, o primeiro objeto artificial a entrar em órbita.



Laika era uma cadela que vivia solta nas ruas de Moscou, pesava aproximadamente seis quilos e tinha três anos de idade quando foi capturada para o programa espacial soviético. Originalmente a chamaram Kudryavka (risadinha), depois Zhuchka (bichinho), e logo Limonchik (limãozinho), para finalmente chamá-la de Laika devido à sua raça. Os cães capturados eram mantidos num centro de investigação nesta cidade, e três deles foram avaliados e treinados para as demandas da missão: Laika, Albina e Mushka.

Albina foi lançada duas vezes em um foguete para provar sua resistência nas grandes alturas, e Mushka foi utilizada para o teste da instrumentação e dos equipamentos de suporte vital. Laika foi selecionada para participar da missão orbital, e Albina como a principal substituta.

Seu treinamento estava a cargo do cientista Oleg Gazenko. O treinamento consistia em acostumar os cães ao ambiente que encontrariam na viagem, como o espaço reduzido da cápsula, os ruídos, vibrações e acelerações. Como parte do treinamento, a aceleração das decolagens era simulada através da força centrífuga imposta na cápsula onde os animais se introduziam. Durante estas atividades, seu pulso chegava a duplicar e sua pressão sanguínea aumentava em 30–65 torr. O mesmo processo geral seria utilizado mais tarde no treinamento dos cosmonautas soviéticos.

O Sputnik II foi lançado em 3 de novembro de 1957. Os sinais vitais da Laika eram seguidos telemetricamente por controle em terra.
A recepção de dados vitais parou entre cinco e sete horas depois da decolagem.

No entanto, a informação que Moscou deu a conhecer dizia que o animal se comportava em calma em seu vôo espacial, e que em poucos dias Laika desceria à Terra, primeiro em sua cápsula espacial, e logo em pára-quedas.

No entanto, isso não ocorreu como planejado. Durante anos, a União Soviética deu explicações contraditórias sobre a morte de Laika, dizendo às vezes que a cadela havia morrido por asfixia quando as baterias falharam, ou que haviam feito eutanásia conforme os planos originais. Em 1999 fontes russas asseguraram que Laika sobreviveu pelo menos quatro dias, e depois pereceu por causa do superaquecimento da nave. Em outubro de 2002, o cientista Dimitri Malashenkov, que participou no lançamento do Sputnik II, revelou que Laika havia morrido entre cinco e sete horas depois da decolagem, devido ao estresse e superaquecimento. Ele declarou, num artigo que apresentou no Congresso Mundial do Espaço em Houston: "Foi praticamente impossível criar um controle de temperatura confiável em tão pouco tempo". O Sputnik II finalmente explodiu (junto com os restos de Laika) ao entar em contato com a atmosfera, em 14 de abril de 1958, após 163 dias e 2.570 órbitas em volta da Terra.

Homenagem

Em 11 de abril de 2008 foi inaugurado um monumento em honra à cadela Laika no centro de Moscou. O monumento foi colocado em uma alameda perto do Instituto de Medicina Militar, onde ocorreram há mais de meio século os experimentos científicos com a participação da célebre cadela. A figura de bronze, de dois metros de altura, representa um dos segmentos de um foguete espacial, que se transforma em uma mão humana, sobre a qual está o corpo de Laika.


"Ainda hoje não sei se eu sou o 'primeiro homem' ou o 'último cachorro' a voar ao espaço "
Yuri Gagarin, o primeiro cosmonauta da história.

Chihuahua com pelagem em forma de coração

Chihuahua nasceu no Japão.



 Que ele traga bastante AMOR.

FONTE: http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL66865-5602,00.html

In Loving Memory DADDY

Cesar Millan, all his family and friends, his staff and volunteers, and dog lovers all around the world today will mourn the passing of one of the most loyal, trusting, well-balanced, and influential pit bull ambassadors the world has ever known. Daddy, Cesar's longtime friend and partner in canine rehabilitation, died peacefully surrounded by family on Friday the 19th of February. He was sixteen years old.

He lived each day of those sixteen years happy and fulfilled as Cesar's right-hand-"man," helping to shape the behavior of entire generations of dogs by showing them the way to balance. He stood as champion for calm-submissive pit bulls everywhere, and was instrumental in helping to repair their image as violent, savage, uncontrollable beasts. He successfully battled cancer and weathered chemotherapy, and even got the opportunity to present at the 56th Annual Creative Arts Emmy Awards!

His name is now added to that honorable roster of dogs gone by whose influence is still felt today, and which includes some of Cesar's beloved childhood heroes: "Rin-Tin-Tin." "Lassie." ... "Daddy."

He has been immortalized by Dog Whisperer fans in all mediums, from painting, to photographs, to charcoal drawings and papier-mâché sculpture. And, of course, he lives on in his work, reflected in the balance and calm-submission of his protégé Junior, the countless animals to whom he was a positive role model, and in the hearts and minds of everyone who knew him as a calm, sweet, and mellow example of a widely misunderstood breed.



In Loving Memory.

Disciplina é algo natural

O cão somente encontra a verdadeira paz e equilíbrio quando tiver regras, limites e restrições na sua rotina diária. E para que isso exista alguém precisa estabelecê-los e essa é a tarefa para o líder da matilha.
Como o Cesar Millan fala, o melhor profissional na área de adestramento que muitos já viram, e que particularmente me baseio no aprendizado, que os cães demonstram precisam de muito mais do que a habilidade de sentar, ficar, deitar, rolar e pegar o jornal para terem uma vida completa. A forma de Cesar  reforçam positivamente o treino para reabilitar. Agora um texto do livro “Cães educados, donos felizes":
“A meu ver, existe uma grande diferença entre a idéia de disciplina e conceito de punição. Para mim, a disciplina faz parte da ordem do universo - é a essência da maneira como a Mãe natureza age para fazer com que o planeta funcione. Disciplina é ordem. É rotação da Terra, o nascer e o pôr do sol, são as fases da lua. É uma estação vinda depois da outra - uma época para plantar e cultivar e outra para colher. Dentro desse contexto maior, disciplina é a maneira pela qual todos os membros do reino anima sobrevivem. Todas as manhãs os esquilos saem em sua janela à procura de sementes, outros procuram no chão, tentando encontrar minhocas e outras iguarias. Se você parar para observá-los todos os dias, verá que a rotina deles raramente varia, exceto quando ditada por outros fatores, como cuidar dos filhotes, migrar ou se preparar para o inverno, escapar da chuva, encontrar uma nova árvore, depois que aquela onde ficavam foi derrubada por uma tempestade. Nenhum desses animais tem Domingos ou dias de folga. Vivem o presente ao máximo, e todos os momentos são guiados pela disciplina. O instinto deles indica o que fazer para manter a ordem da vida. Quando ocorre uma disputa por alimento, por território ou por parceiros, eles mantêm a disciplina entre si, e o ambiente mantém a disciplina entre todos eles.
No mundo natural do carnívoro social, a disciplina e a ordem são incrivelmente importantes. As regras são estabelecidas por duas maneiras: por meio de seu "programa" (os instintos de sobrevivência) e pelos outros componentes do grupo. Os cães, por serem animais de matilha, são extremamente ligados às regras do grupo. Cooperação significa sobrevivência. Os animais sociais contam com o conhecimento de seu lugar e de seu papel dentro do grupo para garantir a sobrevivência deste. Se o cão não tem noção forte de onde se encaixa na matilha, quase sempre mostra sinais de instabilidade. Esta instabilidade vem de um lugar profundo e primitivo - a necessidade de garantir a continuação do grupo, independente do  custo que isso tenha para o indivíduo.”

Bater com as mãos pode causar complicações bastante negativas


Qualquer tipo de disciplina que envolva bater com as mãos pode causar complicações bastante negativas para os cães. Apanhar não é algo natural no mundo canino, eles não disciplinam uns aos outros dessa maneira, por isso, na mente do cahorro, fugir na pancada é uma reação instintiva de medo que pode causar timidez, desconfiança e outros sentimentos negativos. Uma mão indo com força na direção deles é uma experiência totalmente estranha aos seus instintos, por isso podem ficar tímidos diante de todas as mãos, não apenas daquelas que seguram o jornal. E temer uma mão pode significar evitá-la ou mordê-la.

Pluto x Bloodhound

Sabe o Pluto?

Você sabia que ele foi inspirado nesta raça?

O Bloodhound originou-se do cão de Santo Humberto procedente provavelmente da França e Bélgica. Era conhecido muito antes da Era Cristã, e bastante apreciado pelos povos mediterrâneos, devido a sua extrema habilidade em perseguir os rastros mais difíceis.Consolidou-se como raça distinta, graças ao trabalho da nobreza do clero europeu que promovia cruzamentos, desenvolvendo e aprimorando o Bloodhound. Aliás, naquele tempo, possuir um cão desses era um privilégio e um sinal de status, já que o esporte preferido da época era as caçadas.
O Bloodhound é um lindo cão de caça, de grande porte e de aparência nobre e inteligente. É pesado, musculoso, tem uma linda cabeça, com stop bem pronunciado, e grandes orelhas. Suas pernas e ombros são musculosos e tem uma boa estrutura óssea.A mordedura deve ser preferencialmen-te em tesoura.O Bloodhound é um cão bastante afe-tuoso e sensível.

Cavalier King Charles Spaniel


O Cavalier é um típico cão de companhia. Nunca é agressivo ou nervoso. É alegre, amistoso e sem tendências a timidez. Se adapta a qualquer ambiente mas, se torna extremamente feliz quando criado junto à família. Ativos em casa, mas dóceis, são boa companhia para crianças e idosos. Têm uma grande necessidade de atenção e não suportam serem deixados sozinhos.
Não espere, portanto, vê-lo atuando como guarda em defesa da propriedade. Às vezes fica um pouco apreensivo com estranhos, mas isso não dura muito. Ansioso em agradar o dono, se comete um erro não é necessário puni-lo – basta advertir com severidade para que fique imediatamente desconcertado e procure reparar a falta.

HISTÓRIA DA RAÇA :

Sabe-se que no início do século XV já existiam exemplares da raça na Inglaterra. No século XVII recebeu o nome de King Charles Spaniel numa homenagem ao Rei Charles II, que era verdadeiramente apaixonado por estes cães, mas ao decorrer do tempo foi se transformando.
Eram os cães de colo da nobreza e inacessíveis às outras ordens, visto que só a aristocracia se podia dar ao luxo de ter cães que não trabalhavam. Tidos como cães confortadores, eram mesmo prescritos pelos médicos para curar algumas maleitas. Eram preferidos pelo Rei Charles de Inglaterra que autorizou que estes cães foram permitidos em todos os estabelecimentos. São vários os retratos destes cães no século XVI, XVII e XVIII.

CARACTERÍSTICAS:

Com a crescente popularidade de cães com focinho achatado, como o Pug, o cães de focinho mais comprido passaram a ser raros. No início do século XX, eram já notórias as diferenças entre os cães que se observavam nos quadros e a conformação dos cães da época. Já tinha um porte bem mais reduzido, o focinho ficou mais curto, e um stop mais acentuado, orelhas mais baixas e cabeça mais abobadada.

Em 1926 Mr. Roswell Eldridge publicou um anúncio no catálogo da Cruft's (famosa exposição inglesa) oferecendo um grande prémio para o melhor King Charles Spaniel do tipo antigo, para que fosse recuperado o velho padrão. Somente dois exemplares foram inscritos, mas a partir daí, foi formado um novo plantel. Este processo demorou cinco anos.
Assim, para tornar nítida a diferença entre seu "primo" de menor porte, adicionaram a Pataura Cavalier, e hoje temos então duas raças distintas: King Charles Spaniel (nos USA chamado de English Toy Spaniel) e Cavalier king Charles Spaniel, que difere em tamanho, aparência e temperamento.
O reconhecimento na Inglaterra deu-se em 1944. Nos USA sua aceitação veio apenas em 1996.

Variações de Cor:
Existem quatro variedades de cores aceites, todas as outras cores ou padrões não são permitidos.
Preto e Bronze – Os cães com estas cores são de um preto corvo com marcas bronze por cima dos olhos, nas bochechas, dentro das orelhas, no peito, nas patas e na parte interior da cauda. O brinze deve ser vivo. Marcas brancas não são desejáveis.
Rubi – Cor sólida que cobre todo o corpo num vermelho rico. Marcas brancas não são desejáveis.
Blenheim – Marcas castanhas bem separadas contrastam com o fundo cor de pérola.
Tricolor – Preto e branco bem separados com marcas bronze por cima dos olhos, nas bochechas, dentro das orelhas, no peito, nas patas e na parte interior da cauda.

Possui pelagem longa, sedosa e muito macia, permitindo leves ondas de pêlo. As franjas, nas orelhas, membros e cauda devem ser longas. Nas patas a franja é distinguida como uma qualidade desta raça. Não é permitido qualquer tipo de tosa, somente entre as almofadas poderá ser aparado.


Fontes: http://www.saudeanimal.com.br/artigo70.htm
http://arcadenoe.sapo.pt/raca/cavalier_king_charles_spaniel/20

Segredos do Pedigree (Pedigree dogs)

No documentário feito pela BBC, mostra a história real e assustadora sobre o pedigree.
Quero iniciar dizendo que o cão originalmente era como o ancestral do lobo e para o homem ele servia diversas funções, como caçar, proteger o território, avisar sobre uma presa e com o passar do tempo, infelizmente, tudo mudou.


A busca da perfeição esta no homem desde a sua origem. Pensamos que se pode tudo, e de tudo pode fazer o que bem lhe caber. Essa busca incessante desencadeou mentes ameaçadoras para nossa própria espécie, e demais como, por exemplo, o cão.
No decorrer do século 19, a classe nobre, digo, as pomposas que não tinham mais nada para fazer, se reuniam num parque juntamente com seu cãozinho, que representavam um símbolo de estatus, o que desencadeou uma frenética vaidade. Pois bem, assim o tempo foi se passando e criaram-se organizações que podiam reunir os pomposos, ou seja, a nobreza, ou madames e senhores. E como objeto de beleza, foi-se cruzando raças para ficarem mais esbeltas, mais dóceis, mais companheiras, pois até ai tudo bem, até concordo porque como homens e donos de uma inteligência que somos, temos a capacidade de transformar algo de possível melhoramento, e transformamos, dando-lhes capacidades melhores e mais eficientes, mas de contrapartida não somos Deuses para ir-mos contra a natureza pura e sacrificar as raças de cães, só porque não era de acordo com o padrão de beleza, como acontece com muitos filhotinhos, e muito menos devem-se criar cães literalmente mutantes que ao passar de gerações foram ficando deformados e com doenças especificas em cada raça.


Como o próprio documentário relata, são 5.000 doenças genéticas em cães conhecidas. o British spaniel são afetados por deficiências de enzimas encontradas somente nessa raça. Golden Retrivers sofrem alta incidência de câncer. West Highland White Terrier é infestado de alergias. O Boxer sofre de varias doenças incluindo cardíacas, câncer, especialmente tumores cerebrais, e também epilepsia que são 20 vezes mais do que em humanos. O Cavalier King Charles Spaniel sofre de doença da válvula mitral e Syringomyelia que afeta o cérebro causando os sintomas que variam do desconforto suave à dor severa e a paralisia parcial, essa doença genética consiste no crescimento do cérebro a um tamanho maior do que a caixa craniana, o Bulldog tem problemas na respiração, por ter cavidade nasal e traquéia mais estreitas muito para dentro assim como o Pug que tem inúmeras deficiências, como a cauda enrolada que danifica a espinha, e tudo isso em nome da beleza, ou como preferem chamar “aprimorar a raça”.
Esses moldes feitos por humanos que ameaçam a sobrevivência de milhares de cães devem tomar consciência pública!
Seguem os links dos vídeos para assistir:

PARTE 1
PARTE 2
PARTE 3
PARTE 4
PARTE 5
PARTE 6
olhe esta parte do Bulldog Ingles...

ASSISTA AO DOCUMENTÁRIO E TOME CONCIÊNCIA. SÓ COM CONHECIMENTO QUE JUNTOS PODEMOS MUDAR O DESTINO DE MUITOS ANIMAIS.
Ângela Silva

Como apresentar o seu cão a uma pessoa estranha


Como apresentar o seu cão a uma pessoa estranha

Sempre se lembre de que você é o líder da sua matilha e que é você que deve manter o controle da situação. Jamais permita que a pessoa estranha se aproxime primeiro antes dela fazer esses 3 passos:

Quais as reações que se deve ter ao conhecer um cão:

1º Não toque no cão.

2º Não fale com o cão.

3º Não mantenha contato visual durante aproximadamente dois minutos.

Nesse tempo preste atenção na linguagem corporal e no contato visual que seu o cão está a transmitir. Se você conhece o seu comportamento diante de uma pessoa estranha e ver que está sendo positivo (ex. abanar a cauda, empurrar a perna com o focinho, pedindo carinho) então deixe a pessoa se aproximar e dar carinho, caso contrário peça para a pessoa não se aproximar, evitando uma má situação.

Deixe que o cão venha lhe cheirar, decifrando a sua energia. Depois aguarde se ele lhe pedir carinho, aí sim dê-lhe.